Thursday, April 26, 2007

Parabéns


Parabéns:

ao Dani
à Ruiva
à Diana
a mim, myself

e também à Loira (já um bocadinhoxinho atrasados, eu sei)

O bolo-danos é aquele ali em cima de brigadeiro...

. um bem-haja ao Luís que emprestou a batedeira

. obrigada à Mia e ao Peppe que ficaram na "cunbersa de sala" até o bolo estar feito às 02:30!? (é o mal de começar a fazer obras pasteleiras às 23:30)

Adivinham qual é a frase que se segue?
Esta: Sem a vossa ajuda o bolo não seria o mesmo.
Lol

E são 24, mas até agora, está tudo como já era.

*

homenagem à paulinha




viva a paulinha!

Wednesday, April 25, 2007

ilustrações

e porque há sempre o cliché das imagens valerem mais que mil palavras










Tuesday, April 24, 2007

declaração de amor

(nb: este post foi praticamente todo escrito no dia 14 deste mês, mas na altura não tive tempo de dizer tudo o que queria. mas nada mudou, excepto a minha adoração por esta pequena-grande cidade que cresce (a adoração, não a cidade!!!!!) a cada visita)

(não pretendo com este título copiar a tua deixa, margarida, do teu blog absolutamente fabuloso :), nem de nenhum outro blog!)

Serve este post para falar de Copenhaga, e de outras coisas boas..

Copenhaga é fixe. Copenhaga é linda. Copenhaga é adorável. Copenhaga é encantadora. Copenhaga deve ser um sítio fantástico para viver... mas também não é um sítio nada mau para se morar a cerca de uma hora ou 50 km, ou uma fronteira e uma ponte submarina e uma ilha artificial de distância.
Como já li em mais do que um sítio, Copenhaga tem o tamanho certo: não é muito grande, mas também não é muito pequena. Não tenho qualquer base científica para dizer isto, mas dá-me ideia que é mais pequena que Lisboa... pelo menos maior não me parece. E o que é que Copenhaga tem que as cidades suecas onde já estive não têm? Bem, muita coisa.. mas VIDA, é uma delas. Não consigo definir isto muito bem.. mas pronto, acho que tem vida. E quem tem muita coisa para oferecer, muito mais do que apenas fachadas bonitas...

Copenhaga tem canais, tem água, tem ruas pedonais, tem prédios bonitos (e diferentes uns dos outros) ao virar de todas as esquinas. Copenhaga tem gente, pessoas, turistas, dinamarqueses, suecos, indianos, hippies, estudantes, dreads, sei lá. Tem pessoas a tocar violinos, copos, guitarra, instrumentos de sopro ou bandas completas (incluindo aquela banda de índios e flautas irritantes que sim, está em todo o lado). Tem pessoas a beber cerveja e comer gelados nos relvados que apanham sol, junto aos canais. Tem bicicletas, relva, tem restaurantes, bicicletas, bares, cemitérios, jardins, bicicletas, barcos, estátuas, autocarros de dois andares, cisnes, torres fixes... mas também tem vagabundos, pessoas a urinar em caixotes do lixo e a vomitar atrás de bancos, pessoas a cantar beastie boys alto e bom som nas ruas, pitas fashion histéricas a beber na praça principal, pessoas a dormir em cantos ou a apanhar sol em nyhavn. Copenhaga tem a sereia, a pequena sereia ou lille havfrue, gosto de lá ir e observar os turistas a tentar chegar e tocar-lhe, os menos ágeis na ponta dos pés e os mais atrevidos a tentar apalpar ambos (!) os seios.

Copenhaga é uma cidade... uma cidade real, e sinto-me bem lá e por isso gosto de lá ir.

Copenhaga tem Christiania. Christiania é no mínimo, um sítio peculiar. Às vezes penso que gostava de lá viver, género oásis no meio da cidade. De manhã cedo parece que se está no campo, não se ouvem carros nem sons urbanos, só passarinhos e gritos ocasionais de crianças. As casas são estranhas e todas diferentes, e têm invariavelmente tralha das mais diversas categorias à porta (aberta). Mas consegui espreitar em algumas, e devo dizer que os interiores não podiam ser mais diferentes do exterior. Giras, design-friendly e com um ar acolhedor.
Mas há alturas em que me sinto completamente estranha ali também.... se a visitar mais tarde, quando já há mais gente na rua, os olhares que lançam fazem-me sentir uma turista e sinto-me mesmo ligeiramente ameaçada. E à noite, a ir para o concerto, sou só mais uma no meio da escuridão.
Mas gosto do espaço, das paredes, das pinturas, dos objectos que povoam este pequeno recanto da cidade.

Também gosto de ver Copenhaga de cima. Sítios para subir é coisa que não falta, e vale mesmo muito a pena... quando se está lá em baixo nem sempre dá para nos apercebermos, mas lá em cima, em qualquer direcção que se olhe, há sempre uma torre ou igreja ou telhado ou cúpula bonita para se ver. Com ou sem vertigens.

Gosto de chegar a Copenhaga, gosto de lá estar, e gosto de sair de lá (sempre) contente por ter lá estado, nunca até agora me custou largar os 18 euros de ida e volta, antes pelo contrário.

E apesar de custar muito (ainda mais do que eu pensava) deixar as visitas especiais no aeroporto, há (pequenas) coisas que conseguem voltar a pôr um sorriso na cara e no pensamento (apesar da maldita afta tripla que sobrevive há quase uma semana na minha boca e me impede de sorrir como deve ser). Coisas como a paisagem infinita do Öresund quando saímos do túnel... como descobrir que afinal não vai ser preciso mudar de comboio em Malmö e posso continuar sentadinha no meu lugar da janela... chegar à estação e ter a bicicleta (velha, feia, torta, sem cestos nem luzes nem suportes atrás ou em lado nenhum, mas pronto anda e foi de borla (vénia ao luís), trava com os pedais e tem um guiador fixe) à espera na estação para chegar a casa mais depressa. Apesar de quase ter engolido um insecto qualquer do tamanho aproximado de uma mosca e em consequência quase ter caído da bicicleta. Tudo isto banhado com o sol escandinavo no seu melhor, e com a companhia dos the killers.

lavimpa times

gosto de ir buscar a roupa à lavandaria. está quentinha, macia e cheira bem.

Sunday, April 22, 2007

nós vamos

Arcade Fire
Artic Monkeys
Beirut
Bjork
Bonde do Role
The Brian Jonestown Massacre
Buraka Som Sistema
Camera Obscura
CSS
Electrelane
Grizzly Bear
Holly Golightly
Jeans Team
The Killers
Klaxons
LCD Soundsystem
Muse
QOTSA
The Sounds
Wilco

e tudo o que mais vem e o que vier.

sim, vocês têm o SBSR. mas há que admitir que este também não está mal. e há sempre os interpol, com uma sala só pra eles, nessa bela cidade que é copenhaga :D

Friday, April 20, 2007

i wonder

alguém me explica porque é que havia dois headbangers a tentar fazer mosh no concerto das Electrelane?

(e porque é que com algumas bandas, só passado muuuuuuuuuuuito tempo após várias pessoas me terem dito que é brutal e que eu devia ouvir, só passado muito tempo é que de repente se faz assim uma espécie de luz na minha cabeça e eu penso, É BRUTAL!)

Wednesday, April 18, 2007

copos e música

nas ruas de copenhaga encontrámos este senhor a tocar esta música... alguém reconhece? :)

cheira bem

Bom como todos sabem, eu aqui trabalho (que é como quem diz, ando de um lado para o outro o dia todo a fazer cenas) no departamento de microbiologia aplicada. E acontece que aqui cheira bem. Cheira a cenas fermentadas: pão, massa, etc. Aliás hoje ia jurar que me cheirava a bolos quando entrei na sala das autoclaves. E não sou só eu que acho isto, atenção! Não estou a delirar com saudades de casa, fome, nem nenhuma dessas coisas.

Ora estava eu hoje muito bem a cirandar de um lado para o outro quando entram no departamento (leia-se na nossa zona do corredor) três raparigas de outra religião qualquer e obviamente estranhas ao sítio, porque pareciam ter-se enganado no piso, que comecaram a gestilcular, tapar o nariz e soltar onomatopeias de desagrado à medida que percorriam o corredor. E eu que me delicio com todos os cheiros daqui...

Vá-se lá perceber estes estrangeiros!

Tuesday, April 17, 2007

passar a ferro em Lund




A minha maneira de passar a ferro em Lund é assim:

1. ponho a roupa seca (directa do secador da lavandaria do building Y) em cima da cama num monte;

2. separo meias, cuecas e afins, dobro e meto na gaveta;

3. o resto, isto é, calças, tshirts, camisolas, camisas, toalhas etc. passo-lhes as duas mãozinhas pa ficarem lisinhos, dobro e tá pronto a usar.

FERROS, Tábuas?
Alguém vai ter de me explicar o que são quando sair daqui ;)


Beijinhos essenciais
Paula


Note-se que: está só uma das mãos a passar a T-shirt pq a outra esteve a tirar a foto (ÓBVIO!!!)

Monday, April 16, 2007

querido diário:

Hoje tentei andar de bicicleta sem mãos e acho que bati o meu record. Mas após cerca de 200 metros, mais coisa menos coisa, e algumas curvas, a bicicleta saiu do caminho para a relva, oscilou, e volto à estrada. Resultado: a corrente saiu! Isto porque está um bocado larga e ainda não tive paciência para a arranjar. Mas atenção: consegui voltar a pô-la e só sujar dois dedos da mão direita!

Sunday, April 15, 2007

homenagem ao twist final

já diziam os Plaza...
I wish I could find a good film to live in

Aqui não há cinema para ninguém, é caro o suficiente para me deixar o pouco tempo que tenho livre para aproveitar melhor o facto de estar num sítio novo. Filmes, só mesmo os que dão na TV (e já não é nada mau - bem melhor que por aí! ). Ou então, os filmes do laboratório.. o que vale é que apesar de tudo, somos engenheiros! E quando a mini-centrífuga não abre porque a fechámos sem a tampa lá dentro, e o botão de emergência é um furinho minúsculo na parte de baixo da centrífuga que está colada com ventosas numa placa de metal, dentro de uma cena como a da foto, as coisas podem ficar complicadas.
Principalmente se depois, de tanto virar a centrífuga ao contrário, a amostra preciosa que está lá dentro cai para o interior da tampa... bom, não dá para explicar, mas foi preciso muito engenho para nos safarmos desta situação. Já quando os tubos de plástico que a minha orientadora pôs dentro de uma incubadora a 170 ºC e que derreteram/evaporaram e deixaram aquilo tudo preto e cheio de vapores tóxicos... não sabemos bem como resolver :|

Isto tudo para dizer que quando tudo parece correr mal - não só os problemas tecnico-estúpidos, mas mesmo a própria experiência que não está a funcionar - há que ser persistente e tentar o mais possível, enquanto houver reagentes, porque tal como nos filmes, existe sempre o twist final, e até podem ser vocês a descobrir o que é que estava errado afinal...

Saturday, April 14, 2007

atlas copco

pessoal de projecto, acabei de ver estacionado no parque de estacionamento ao pé de casa uma carrinha da ATLAS COPCO Compressors AB. E pronto, gostava de partilhar isto com vocês. Já está.

Tuesday, April 3, 2007

quando o sol entra pela janela

como descrever a sensação de estar a pedalar debaixo de um tecto de nuvens cinzentas carregadas, em que a espaços se vê o céu azul? entre o tecto e o chão, o sol faz de parede e por isso as nuvens cinzentas estão douradas por baixo, é avassalador. uma pessoa chega a casa, e o quarto, geralmente branco, está amarelo, porque as nuvens reflectem o dourado e tornam os raios de fim de tarde que entram pela janela ainda mais intensos. ontem... ontem não choveu de manhã, e a esta hora o sol era uma bola cor de laranja e vermelha, perfeita.

porque é que reparo mais agora nestas coisas? ou então a luz aqui é mesmo diferente...



(e porque é que antes da páscoa as pessoas decoram as árvores (ainda) despidas com penas coloridas?)

Sunday, April 1, 2007

Calo-me e transcrevo








a paisagem..

5 fotos (entre muitas!) de um fim-de-tarde em Malmö

*



pecados..

Estou a ceder aos meus pecados alimentares.... ontem comprei um queijo camembert em promoção, e hoje um magnum preto e uma embalagem de Häagen-Dazs... :$

e assim se cancela um concerto...


#41 - Arcade Fire - Neon Bible & Wake Up
Ví­deo enviado por lablogotheque


Arcade Fire played, just for La Blogothèque and his Take-Away Show, March 19th, at Olympia Hall, in Paris. They sung Neon Bible in an elevator and started the concert into the crowd with Wake Up.

Pois...não toma conta da voz, e depois é o que se vê.